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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

REMEMBER ME (LEMBRANÇAS)


REMEMBER ME (2010)

TRAILER / FICHA

Adjetivos:
estarrecedor, triste, surpreendente

SINOPSE:

Remember me traz a história de dois jovens, Tyler Roth e Ally Craig, vividos por Robert Pattinson e Emilie de Ravin. Tyler e Ally, não têm nada em comum um com o outro, a não ser a dor de terem perdido seus entes queridos de forma trágica.

Tyler Roth, é um estudante da New York University, que tem um amor absoluto pelo irmão Michael, morto em 1993. Agora sua única prioridade é cuidar de sua irmã caçula, que se chama Caroline. Charles Roth, pai de Tyler e Caroline, é um homem de negócios e é muito rico, mas não liga muito para eles. Diane, mãe deles, é dedicada e carinhosa com seus filhos. Ela se separou de Charles e um tempo depois, se casou com Les Hirsch.

Ally Craig, também é uma estudante da New York University, e é uma garota muito estudiosa. Seu pai é o Sargento Craig, um homem muito respeitado por todos a sua volta. Ele é um pai carinhoso e extremamente cuidadoso com sua filha. A morte da mãe de Ally trouxe muito sofrimento para eles, uma perda irreparável, que o tempo nunca irá apagar.

Mas a vida reserva algo surpreendente para estes dois jovens. Um amor inesquecível, que marcará para sempre suas vidas.

(fonte)

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ATENÇÃO!!!
PEÇO QUE ASSISTA O FILME ANTES DE LER O QUE VOU ESCREVER. DAQUI EM DIANTE AS IMPRESSÕES SÃO MINHAS E DE OUTRAS PESSOAS, TIRE SUAS CONCLUSÕES E DEPOIS COMPARE. COMENTE. FIQUE ATENTO AO LINKS QUE COLOQUEI EM DETERMINADOS TERMOS.

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IMPRESSÕES

Olá! Vamos começar pela implicância. Sim. Implicância. Robert Pattinson é o alvo. Culpa da série de vampiros descaracterizados do cinema, provavelmente mal adaptados dos livros. Confesso que via Robert Pattinson e sentia dó. Algo como uma consciência de que o cara era um "sem talento", insosso, sem expressão, apenas um rosto bonito que as meninas gostaram. Giovanna me diz para assistir esse filme, afirmando que mudaria minha opinião. Não deu outra. Pattinson, nesse filme, é um verdadeiro ator. Forte. Emotivo. Expressivo. Tudo isso com uma naturalidade. Sem pender pro exagero. Toda a imagem dele, no dia seguinte, já havia sido apagada da minha mente. Agora sou um de seus fãs. Mas com gosto seleto. Remember Me é um filme "feito pra ele". Até sua cabeça enorme e quadrada agradam no conjunto dos fatores, em oposição aos ambientes e à vida que leva. Ele é diferente. Ele, Tyler, agora dizendo.

O filme se mostra um tanto surpreeendente. Não no seu decorrer, mas na sua última cena. As pistas estavam ali o tempo todo. Motivos repetidos. Datas. Nomes. Lugares.

Mas só no final seremos capazes de entender toda a trajetória dos personagens até a surpresa.

O filme trata claramente de destino, casualidades e a finitude humana. Para tal, relacionamentos cheios de tensão são colocados em jogo. Acontecimentos extremos são contrastados ao dia-a-dia. Um drama romântico que parece banal. Ilusão: é tão real que choca, arrepia.

Algo a se notar é o fator mulher nesse filme. Ally, agora estou falando dela. Tal qual em Corra, Lola, Corra, como também em Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças e Dogville, nos deparamos com personagens femininas notáveis. No melhor estilo mulher revolução, com seu poder e consciência do mundo e de seus atos, que emergem meio a uma rebeldia, um contra-movimento social, ou comportamental. São elas, nesses casos, belas, intrigantes, misteriosas, fortes. São as responsáveis, muitas vezes, pela mudança de comportamento de todo um universo que as rodeia. E esse poder de mudança é valorizado no enredo do filme.

O fator espaço é muito importante para o desfecho também. Lugares ficam muito marcados. O metrô, a casa de Tyler, a escola, a cafeteria, os museus, e o cemitério.

Bom, não quero falar muito em detalhes. O sentimento fica por conta de vocês. Agora passo para as tais pistas que citei:

Notas, pistas, cultura extra

- Primeira cena. Metrô. Fundo Torres Gêmeas. Data. 1991. Nova Iorque.

- Caroline é comparada à James Whistler.

- Aniversário de morte de alguém...(depois descobrimos que é do irmão de Tyler) Tyler está num estado horrivel. Há uma mulher na cama. Sua namorada, cujo rosto nem aparece no filme.

- Depois da discussão no restaurante, Tyler está no metrô...e vê um palhaço dormindo. Seria um daqueles casos de ter imaginado a vida alheia...o destino...o que fez o cara estar vestido de palhaço no metrô? Cruzamento de destinos? Acaso sarcástico diante do dia do aniversário da morte de seu irmão?

- Ghandhi disse que tudo que vc fizer em vida, será insignificante. Mas é muito importante que o faça, pois ninguém mais o fará. (citação interessante para o enredo) Tyler concorda com a primeira parte dessa citação. E diz que aos 22 anos, Mozart tinha escrito 30 sinfonias, Gandhi tinha 3 filhos, e Buddy Holly jah estava morto. Seu irmão morreu com essa idade.

- "Our fingerprints don't fade from the lives we touch." (citação sobre as marcas que deixamos em cada vida de cada pessoa que cruzamos)

- Discussão em sala sobre terrorismo, ataques recentes, questionando: ética ou moral? A garota loira da sala diz que moral é particular, define o caráter pessoal e Ética eh o q a sociedade ou grupo espera de nós. Então seria uma questão moral pra ela, o terrorismo.

- O conhecimento do passado, nos beneficia ou nos limita? (é a pergunta feita pelo professor ao final da aula, de suma importância para a idéia central do filme, seu tema)

- A estátua na qual se sentam Tyler e sua irmã, é de Alice no Pais das Maravilhas... Destino? Tempo? Acaso? Fantasia? Medo?

- Quando estão saindo do bar, Tyler ouve uma voz chamando "MICHAEL". Nome do seu irmão morto. Premonição de que ia acontecer algo ruim? Tyler então tenta virar um herói de briga...e questiona o posicionamento do policial diante da briga. Com razão, mas acaba sendo preso por desacato. Aqui está o nó da história. Aqui está o motivo do começo do relacionamento entre Tyler e Ally. (Consequências)

- O amigo dele diz na prisão, com raiva, algo sobre "niilista"

- Interessante. Outra hora q Tyler está escrevendo no seu caderninho...endereçado a MICHAEL, seu irmão morto, ele comenta uma história da mitologia grega. Na qual um Deus rejeitava os filhos e depois foi castrado por um deles. Procurando a historia na internet, descobre-se que ela se refere a história de Urano, Géia e Cronos. Tem a ver, portanto, com a situação emocional de Tyler e com o fator tempo. Tempo tomando as decisões.

- O nome da garota, filha do policial, com a qual ele tenta fazer contato na faculdade é ALLY (ALIADA em inglês)

- Cena central do filme: Restaurante...o casal vai pedir. Ela pede a sobremesa antes. Ela diz: E se eu morrer enquanto como a entrada? Naum vejo pq esperar. (Discussão sobre tempo e morte e acaso) Morrer sem fazer o q mais queria...

- A sigla do produto inventado pelo amigo, em ingles, eh SLUT (vadia em inglês)

- Antes da cena do casal com o pai no restaurante, aparece o pai de Ally em casa....ouvindo o som da Tv....George Bush está falando...sobre embriões.

- No jantar, Ally cita que tinha onze anos qdo sua mãe morreu. Fazendo as contas, já que ela tem 21 anos nesse momento, estamos em 2001.

- Nas paredes da casa de Tyler, encontramos varios posters da ANISTIA INTERNACIONAL

- O filme que está passando no cinema é American Pie 2, lançado em 2001.

- Acho genial a cena em que Tyler entra na sala de aula com a irmã...e todos os movimentos até o fim dessa cena.

- O andar do escritorio do pai eh o 89. Exatamente onde o avião bateu no 11 de Setembro.

- Na lousa da escola está a data: 11 de setembro de 2001
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Paro por aqui.
Aproveitem.
Abraços,
Luis Felipe

segunda-feira, 26 de julho de 2010

DOGVILLE

DOGVILLE (2003) FICHA / TRAILER

SITE OFICIAL

Adjetivos: intrigante, teatral, angustiante, longo, inconformante, original, complicado, irônico.

Sinopse: Estados Unidos, durante a Grande Depressão. Grace (Nicole Kidman) está fugindo de um bando de gângsters. Ela chega à isolada cidade de Dogville, onde é auxiliada por Tom (Paul Bettany), um morador, que intercede em seu favor junto à comunidade local: eles a ajudam a se esconder e, em troca, ela se compromete a prestar-lhes pequenos serviços. O problema é que os bandidos intensificam a busca, o que faz com que os habitantes da cidade passem a correr perigo também. Eles querem receber mais em troca do risco ao qual estão expostos e Grace percebe que sua tranquilidade custa mais do que supunha.

ATENÇÃO!!!
PEÇO QUE ASSISTA O FILME ANTES DE LER O QUE VOU ESCREVER. DAQUI EM DIANTE AS IMPRESSÕES SÃO MINHAS E DE OUTRAS PESSOAS, TIRE SUAS CONCLUSÕES E DEPOIS COMPARE. E COMENTE.
E QUE FIQUE ATENTO AO LINKS QUE COLOQUEI EM DETERMINADOS TERMOS.

IMPRESSÕES

DOGVILLE é um filme complicado. Por favor, entenda o uso que fiz do termo “complicado”. Se você for uma pessoa com algum conhecimento filosófico, sociológico, histórico, psicológico, literário, vai sentir a mente borbulhar de tantas informações. Informações, essas, que levarão a outras mil, as quais também levarão a mais algumas. Secar a fonte de intertextualidades desse filme é um pouco difícil: não impossível, mas, no mínimo, “complicado”.

Confesso que a primeira vez que assisti, sabe-se lá o porquê, não percebi metade dos detalhes que vou comentar agora. É aquela história de experiência pessoal... Por isso digo sempre ser importante ver um filme repetidas vezes, com certo espaço de tempo entre elas. A interpretação é sempre diferente. Assisti pela primeira vez com a Daiany (uma das colaboradoras deste blog), num momento em que não estudava, enquanto ela cursava Letras. O filme rendeu, após suas quase 3 horas, mais algumas horas de discussão sobre alguns tópicos que surgiram em nossas mentes. Troca de papéis, Daiany sai de cena agora, quem estuda Letras agora sou eu, e a pessoa que assiste ao filme pela primeira vez é a Giovanna (outra colaboradora). Passamos horas discutindo o filme. Horas produtivas. Tão produtivas que deram origem a este blog. Ou seja: assistir o filme na companhia de alguém será mais produtivo, pois o filme é polêmico, denso, “complicado” e outro ponto de vista ajuda, principalmente se a pessoa já assistiu ao filme uma vez.

Bom, vou tentar ser breve. (difícil...)
DOGVILLE é dividido em 1 prólogo e 9 capítulos. Todo capítulo tem uma pequena sinopse do que vai acontecer, como quando lemos uma peça de teatro. O filme em si é teatral. A filmagem, cenas, atuação, é tudo muito teatral. Prepare-se para um tipo de filme não-hollywoodiano. Pode ser difícil no começo, mas vale a pena.

Prólogo e primeiras cenas: temos uma breve descrição da cidade e dos habitantes, cada um com sua função. (Atente para o Determinismo Geográfico que é explorado no filme) Lembrando que a disposição de objetos e casas é mostrada por riscos brancos num chão preto. Preto é o fundo do cenário também. Isso causa certo desconforto à primeira vista, falta de cores, falta de natureza, mas depois percebe-se que tal “desconstrução” visual é proposital: o diretor pretende dar ênfase à ação, colocando o cenário como secundário, mas também importante. Justamente por ser DOGVILLE uma cidade “alegórica”, ou seja, qualquer / toda cidade pequena Estadunidense daquela época. A existência de portas, limites e do clima da cidade são mostrados pelas ações dos personagens e pela nossa capacidade de imaginação. Sabemos que está de dia quando o fundo fica branco e noite quando preto. Encontrei um post RECOMENDADÍSSIMO sobre o filme, numa visão mais religiosa, que dizia:

"Estes recursos em muito estão associados ao Teatro Didático de Bertolt Brecht (1898-1956) - que buscava se distanciar do realismo, fazer com que o público percebesse de forma inequívoca que suas peças eram representações de uma situação política real, cotidiana, e que era necessário e desejável que o público identificasse os personagens reais que aqueles personagens ficcionais estavam representando."(http://insurretosfuriososdesgovernados.blogspot.com/2009/03/o-deus-gangster-de-dogville-paulo.html) LEIAM ESSE SITE INTEIRO! É SENSACIONAL!
Até o cachorro da vila, Moises, não está representado em carne e osso. DOGVILLE. Vila do CACHORRO? Ahh... começamos aqui a fazer alguma comparação. Possibilidades. Enquanto escrevia isso me toquei que Moises poderia ser alguma referência. Fui atrás. Bem, tem várias hipóteses... leiam primeiro essa: http://www.cineplayers.com/comentario.php?id=20537 e depois esse trecho:
"Aliás, interessante como outra metáfora, que o cachorro do filme (dog of the ville ou o vilarejo do cachorro), se chama exatamente Moisés. Observe-se que ele é simbolizado apenas, não tem existência concreta. O lugar em que deveria estar é riscado no chão, como naqueles filmes policiais cujo risco no chão mostra onde se encontrava o cadáver. Quer dizer, a metáfora seria que o líder, no sentido da liderança pragmática praticada por Moisés, não existia na comunidade, pois o "lider" de Dogville, que por sinal nem foi eleito, é aceito, provisoriamente, muito menos pelas suas próprias qualidades que pelas necessidades dos "liderados", exatamente como já constatara o grande Bion sobre os líderes emergentes nos grupos humanos."
(
http://www.sosp.med.br/artigos/dogville.html)

Já que falamos em osso, o osso tirado do cachorro por Grace é o que desencadeia o encontro entre Grace e Tom.

PERSONAGENS E RELEVÂNCIAS

Tom: é escritor e filósofo. Thomas Edison Jr. (duvido que seu nome seja uma mera coincidência com o nome do inventor THOMAS ALVA EDISON) que, tal qual o famoso inventor, parece ser um visionário.Gloria: = FAMA -> Famosa na cidade? Sim.
Bill: um cara burro que tenta virar engenheiro. Em vão. Perde nas Damas para Tom, todos os dias, como mais uma prova de sua pouca inteligência. No final, depois que Grace o ajuda nos estudos, Bill se torna o criador do "mecanismo" que será responsável por prender a própria Grace na cidade.
Thomas Edison (pai): médico, porém, ironicamente hipocondríaco.
Jack McKay: cego. Tenta enganar a si mesmo dizendo não ser cego. Todos da cidade sabem, porém que ele o é. Ironicamente, ele tem a melhor vista da vila. (Esse papel me lembra muito o livro "Ensaio sobre a Cegueira" do recém-falecido José Saramago, leitura recomendadíssima)
Ben: entregador da cidade. Ele também entrega Grace, quando esta pede ajuda dele para fugir da cidade, escondida no caminhão. Além disso, Ben ainda aproveita a situação de "falso isolamento" de ambos (criada por ele) e abusa sexualmente de Grace.
Ma Ginger: Dona da loja. Cuida dos arbustos.
(Nesse trecho é interessante mostrar que Grace tem que cuidar dos arbustos. Em certo momento, as coisas que Grace faz para ajudar, que antes eram desnecessárias, se tornam muito necessárias (cítica ao comodismo) e as pessoas aumentam a pressão sobre ela, dobrando sua jornada de trabalho, sem aumentar o "pagamento", o acolhimento que davam em troca, ela é praticamente escravizada, explorada e pela pressa, começa a fazer tudo "meia-boca". Na pressa, passa despercebida ao lado dos arbustos. Ma Ginger fica inconformada e cobra mais respeito pelos arbustos.) -> É como se fosse um motivo para discutir, no filme, o assunto da alienação causada pelo trabalho e rotina alucinantes. (que na verdade são causadas pela própria sociedade que as critica)
Chuck: é o responsável pela colheita das maçãs. Tem 4 filhos. Veio da cidade grande e não aceita bem Grace, segundo ela, por fazê-lo lembrar da vida que tinha antes. Força Grace a fazer sexo com ele. Todas as noites.
Jason: é um dos filhos de Chuck. Quer sempre colo e carinho da nova professora: Grace. Chega ao ponto de pedir para que ela bata nele. Se torna perverso. Chantagista. Ganha as palmadas que pediu por falar que mesmo se não apanhasse, iria contar pra mãe que apanhou.
Masoquismo.

Chega a ser engraçado como, até certo momento, sentimos pena de Grace. Mas ao assistir, paira uma desconfiança. Será que ela é uma coitada que está fugindo de bandidos? Ou será que ela eh uma bandida fugindo da polícia? Só se descobre no final, que ela é filha do chefe Gângster e que estava lá de propósito, como que numa missão, numa penitência, ou talvez querendo dar uma lição na cidade, mostrando como a vida é na verdade.

Intrigante:
7 é o número de bonequinhos que Grace deseja ter. Consegue 5 por seu trabalho. Vera, mãe de Jason e mulher de Chuck quebra todos como punição por Grace ter feito o que fez com seus familiares. O número 7 não parece gratuito. 7 são os pecados capitais, mas também as maravilhas do mundo. 7 é um número cheio de simbolismo. 7 eram as conquistas dela? Me ajudem! =]

O único ser que não morre, da cidade inteira, é o cachorro. Talvez por ser a representação da religião, da crença. Outra palavra que vem à cabeça:
DOGMA.


Curiosa a organização da sociedade, sem lei, sei religião, sem polícia, sem comandante político, uma sociedade que se organizou por conveniência. Sociedade que se auto-organizou.

Curiosa também a citação cunhada na porta da mina da cidade: DICTUM ET FACTUM. (Dito e feito.) Talvez numa remetência ao fato de que tudo que aconteceu foi diot, planejado por Grace, e feito.
Outra relação que somos capazes de fazer é sobre o objeto MAÇÃ, o qual lembra: pecado, fantasia, fertilidade.Outro site interessante sobre o filme (LINK)Detalhe que o filme faz parte de uma suposta trilogia: WIKIPEDIA; Dogville é um filme lançado em 2003 e dirigido por Lars von Trier, estrelando Nicole Kidman e Paul Bettany entre outros. Este filme faz parte da trilogia "E.U.A. Terra de Oportunidades" tendo como seqüência Manderlay (2005) e Wasington (planejado inicialmente para 2007, atualmente sem data prevista).

Bom, acho q é isso, o post já está gigante. Se deixei algo importante de fora, que não se encontra nem nos sites que indiquei, ou algo que você ache interessante falar, por favor me avise. Assim podemos deixar o post completo. (com os devidos créditos, é claro)
Abraços e até a próxima. Fiquem atentos à lista de próximos assuntos que sempre deixarei atualizada no canto direito do blog.
Espero que gostem. Comentem!
Luis Felipe